Poetisa mortuária
Com suas poesias
Vai se degenereando
Mortiça, fúnebre
Morrendo em seu mundo
Aos poucos se perdendo
Anjo das Trevas
Ela quer amar
Mas ainda está chorando
Dama da noite
Nas madrugadas ela escreve
Ninguém a vê suspirando
Fria, Calada
Suas poesias sempre falam da morte
Ela se sente morrendo
Calada, pálida
Sua mente chegou ao limite
Seu tempo está se esgotando
Cortada e impura
Sua vida se esgotou
Terminou sangrando
Bela e infeliz
Seus pulsos sengraram
E ela acabou se enterrando...
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